Ter CNPJ separa o dinheiro do negócio do seu dinheiro pessoal, permite emitir nota fiscal e facilita a relação com fornecedores e serviços de pagamento. A escolha entre MEI e outro tipo de empresa depende de quanto você fatura, do que você vende e de ter ou não sócios.
MEI: quando serve
Segundo o gov.br, para ser MEI você precisa:
- exercer uma atividade da lista permitida ao MEI;
- faturar até R$ 81 mil por ano, ou até R$ 251,6 mil nas atividades de uma tabela específica;
- não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa;
- ter no máximo um empregado.
O registro como MEI é gratuito no portal. O limite de R$ 81 mil é o que vale em 2026. A Lei Complementar nº 238, de 21/10/2026, eleva o teto para R$ 110 mil no ano-calendário de 2027 e R$ 140 mil a partir de 1º/1/2028, e a própria lei condiciona a ampliação à previsão da renúncia de receita nas leis orçamentárias de 2027 a 2029. Acompanhe a página Teto do MEI e fale com um contador antes de planejar o seu faturamento.
Quando pensar em microempresa
- O faturamento passa ou vai passar do limite do MEI.
- A sua atividade não está na lista do MEI.
- Você quer ter sócios.
- Você precisa de mais de um empregado.
Nesses casos, um contador ajuda a escolher o tipo de empresa e o regime de impostos.
Exemplo prático
Uma confeiteira que vende pelo Instagram fatura cerca de R$ 5 mil por mês, ou R$ 60 mil por ano. Ela se formaliza como MEI e cadastra uma chave Pix com o CNPJ. Dois anos depois, com a loja online, projeta R$ 120 mil no ano e procura um contador para mudar para microempresa antes de passar do limite.
Na NewPag
Na NewPag, o cadastro pede a razão social e o documento da empresa. Depois você envia os documentos pelo painel, e a conta passa por análise antes de ser ativada. Com a conta ativa, você cadastra a chave Pix de saque e começa a vender por link de pagamento.
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Conteúdo informativo, atualizado em 25/10/2026. Não substitui orientação jurídica.