Fraude em venda online não é só cartão clonado. Também é golpe de comprovante falso, conta invadida, cliente que paga e depois alega golpe, e gente que usa a conta de outra pessoa para receber dinheiro de fraude. Cada caso pede um tipo de proteção.
Camadas de proteção
| Camada | Exemplo |
|---|---|
| Sistema do Pix | O bloqueio cautelar e o MED, definidos pelo Banco Central |
| Instituições | Análise de risco para identificar transações atípicas |
| Serviço de pagamento | Confirmação do pagamento pelo sistema, verificação em duas etapas, análise de cadastro |
| Você | Conferir pedidos fora do padrão e guardar provas de cada venda |
O Banco Central descreve as camadas de segurança do Pix na página Segurança no Pix.
Sinais de alerta para quem vende
- Pedido muito acima do seu ticket médio, vindo de um cliente novo.
- Várias compras seguidas com dados parecidos.
- Pressa fora do comum para receber o produto.
- Comprovante enviado por print em vez de pagamento confirmado no painel.
- Pedido para entregar o produto a outro nome ou endereço.
No cartão, a fraude que passa costuma voltar como chargeback.
Exemplo prático
Uma loja de eletrônicos recebe três pedidos em dez minutos, todos de valor alto, para o mesmo endereço e com nomes diferentes. Em vez de despachar, ela segura os pedidos e confirma os dados com os compradores. Dois não respondem, e os pedidos são cancelados.
Na NewPag
Na NewPag, a venda só conta como paga quando o pagamento é confirmado, e não por comprovante enviado pelo cliente. Saques exigem verificação em duas etapas. O relatório de MED mostra o seu índice de contestações e os pagadores com mais de uma contestação, e quem usa a API pode limitar o acesso a endereços IP autorizados. Veja a página de segurança.